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Sistemas arquitetônicos contemporâneos

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Sistemas arquitetônicos contemporâneos apresenta-nos uma nova visão da arquitetura contemporânea – desde o início do século XX até o início do século XXI. Tomando como ponto de partida a crise do objeto arquitetônico isolado, enfatiza especialmente as relações entre os edifícios e os valores do espaço público por eles definido. Baseando-se no conceito de sistema, reescreve a história recente da arquitetura segundo a capacidade dessa de desenvolver formas que se adaptem melhor ao contexto. Os exemplos estudados neste livro situam-se na escala comum entre a arquitetura, o urbanismo e a paisagem, naquele âmbito em que a arquitetura configura a cidade, e as obras nele analisadas são de autoria de arquitetos reconhecidos por sua postura intelectual, humanista e contextualizada.

Descrição técnica do livro:

17 x 24 cm
224 páginas
Português
ISBN/EAN: 9788425223563
Brochura
2013 (2ª tiragem)
Descrição
Descrição

Detalhes

Sistemas arquitetônicos contemporâneos apresenta-nos uma nova visão da arquitetura contemporânea – desde o início do século XX até o início do século XXI. Tomando como ponto de partida a crise do objeto arquitetônico isolado, enfatiza especialmente as relações entre os edifícios e os valores do espaço público por eles definido. Baseando-se no conceito de sistema, reescreve a história recente da arquitetura segundo a capacidade dessa de desenvolver formas que se adaptem melhor ao contexto. Os exemplos estudados neste livro situam-se na escala comum entre a arquitetura, o urbanismo e a paisagem, naquele âmbito em que a arquitetura configura a cidade, e as obras nele analisadas são de autoria de arquitetos reconhecidos por sua postura intelectual, humanista e contextualizada.

Josep Maria Montaner (1954) é doutor em arquitetura e professor catedrático do Departamento de Composição Arquitetônica da Escola Tècnica Superior d’Arquitetura de Barcelona (ETSAB-UPC). Já foi professor convidado em diversas universidades da Europa, América e Ásia e é autor de inúmeros artigos e publicações, como Sistemas arquitetônicos contemporâneos (2015), A modernidade superada (2011), Arquitetura e política (2014, com Zaida Muxí), Arquitetura e crítica (2014) e Do diagrama às experiências (2017), também publicados pela Editora Gustavo Gili. Colaborador habitual de revistas de arquitetura e do jornal espanhol El País, em junho de 2015 foi nomeado conselheiro de habitação e conselheiro distrital de Sant Martí na Prefeitura de Barcelona.

Índice
Índice

Índice de conteúdos:

Apresentaçâo


A crise do objeto
         O conceito de sistema
         A crise do sistema beaux-arts
         A crise do objeto moderno
         A preeminência do vazio
         Cidade e natureza na arquitetura moderna
         Complexidade e tridimensionalidade: entre a dispersão e o megaobjeto

Sistemas racionais
         Primeira parte
         As formas do pensamento racional
         Interseções
         Campus
                  Estudo de caso: Le Corbusier, Pierre Jeanneret, Jane Drew e Maxwell Fry, campus e unidades de vizinhança em Chandigarh, Índia
         O racionalismo contextualizado na América Latina
         Unidades de vizinhança
                  Estudo de caso: Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, unidades de vizinhança e monumentalidade em Brasília, Brasil
         Segunda parte
         Os limites minimalistas
         O minimalismo objetual e geométrico
                  Estudo de caso: Mies van der Rohe, campus do Illinois Institute of Technology (IIT), Chicago, EUA
         O minimalismo metodológico e essencialista
         O minimalismo urbano e paisagístico

Sistemas organicos
         As formas orgânicas: arte, arquitetura e cidade
         Ecotopos
         Malhas agrícolas
                  Estudo de caso: Frank Lloyd Wright, Broadacre City
         Amálgamas
         Paisagens culturais
                  Estudo de caso: Alvar Aalto, Centro Administrativo e Cultural de Seinäjoki, Finlândia
         Epígonos: espaços oníricos

Universos da realidade e do tempo
         A vigência das formas da realidade: o cinema documental
         Clusters ou encadeamentos, segundo o Team 10
         Mat-buildings ou edifícios-tapete, segundo Alison Smithson
                  Estudo de caso: Álvaro Siza, bairro da Malagueira, Évora, Portugal
         A continuidade do racionalismo: megaestruturas tecnológicas
         Sistemas de objets trouvés
         As intervenções de Lina Bo Bardi
         Arquiteturas com o tempo
                  Estudo de caso: O concurso PREVI, Lima, Peru
         Epígono: cenários da cultura pop
         O urbanismo realista de Robert Venturi e Denise Scott Brown


Estruturas da memória
         As formas dos arquétipos
         Essencialismo geométrico: a obra de Louis I. Kahn
                  Estudo de caso: Louis I. Kahn, Salk Institute, La Jolla, Califórnia, EUA
         Morfologias historicistas
         O empirismo urbano: das tipologias aos links
         Os projetos urbanos de Manuel de Solà-Morales e Rafael Moneo


A crítica radical e utópica
         Teorias críticas e formas radicais
         Megaestruturas libertárias: Constant
         A continuidade do organicismo. Organismos autoconstruíveis: a Comunidade Terra de Claudio Caveri
         Organismos futuristas: as arcologias de Paolo Soleri
         Travessias pioneiras: o método da Escola de Arquitetura de Valparaíso
                  Estudo de caso: Cidade Aberta em Ritoque, Chile
         Reciclagens: Rural Studio
         Próteses em fissuras


Dispersâo e fragmentaçâo
         A teoria e a prática do fragmentário
         Estratégias de fragmentos
                  Estudos de caso: Peter Eisenman, Cannaregio, Veneza, Itália;
         Memorial aos Judeus Assassinados na Europa, Berlim, Alemanha
         Montagem
         Colagem urbana
                  Estudo de caso: Rem Koolhaas (OMA),
         Centro Internacional de Negócios Euralille, Lille, França
         Megaobjetos
         Sobreposição de fragmentos nas obras de Rem Koolhaas e MVRDV
                  Estudo de caso: MVRDV, Silodam, Amsterdã, Holanda
         Complexos polifuncionais
         Dispersões de objetos segregados e isolados

As formas do caos: fractais, dobras e rizomas
         O conceito de caos aplicado à arquitetura
         Fractais
         Dobras
         Geometrias complexas na obra de Carlos Ferrater
         Rizomas
         Barroco rizomático
         As formas rizomáticas de Josep Maria Jujol
         As favelas como rizomas
         Os jardins em movimento de Gilles Clément
                  Estudo de caso: Zaha Hadid, terminal de bondes em Estrasburgo, França


Diagramas de energia
         As formas da luz: o mundo rede
         Condensadores
         A continuidade do racionalismo e da abstração: diagramas
         A arquitetura diagramática de Kazuyo Sejima
                  Estudo de caso: Eduardo Arroyo, Plaza de Desierto, Barakaldo, Espanha
         Redes e nós
         A energia como espetáculo visual
         Arquiteturas ambientais
         A continuidade do organicismo: a obra de Toyo Ito
         A continuidade do realismo: a arquitetura social de Shigeru Ban
         Conclusão


Epílogo

Agradecimentos
Bibliografia geral
Índice onomástico
Créditos das ilustrações
 
Leia um trecho
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Texto da introdução:

Apresentação

As teorias da arte, da arquitetura e do urbanismo têm a missão de continuar construindo novas interpretações. Com o propósito de adentrar na análise da realidade, neste livro partimos de duas premissas.

A primeira é a de que, por trás dos repertórios formais, há sempre implicações éticas, sociais e políticas, isto é, existem relações entre as formas e as ideologias, e cada posição formal remete a uma concepção do mundo e do tempo, do sujeito e do objeto. Se tratar do tempo e do sujeito é tarefa de filósofos, antropólogos, sociólogos e psicólogos, o que cabe ao discurso da arte, da arquitetura e do urbanismo é interpretar os objetos criativos, da maneira mais abrangente possível em relação ao seu contexto, como sistemas de objetos que têm relação com as diversas concepções do sujeito e do tempo.

A segunda é a de que os métodos de interpretação devem ser cada vez mais complexos. Para tanto, devemos aprender a ver a arquitetura e o urbanismo a partir de uma síntese que, sendo contemporânea, saiba conciliar o poder da crítica ideológica, de Karl Marx a Manfredo Tafuri, com a capacidade de análise do formalismo analítico de Colin Rowe. Ou seja, que explique a arquitetura, o urbanismo e a paisagem a partir da sociedade e da política, dos interesses das classes sociais, e ao mesmo tempo analise a fundo a complexidade formal e estrutural das obras. Não podemos pretender reduzir os mundos criativos exclusivamente às condições econômicas e ideológicas, nem podemos nos basear exclusivamente na análise formal e na ênfase na capacidade criativa dos autores. Além disso, não faz sentido recorrer somente às interpretações clássicas. Devemos incorporar outros aportes teóricos imprescindíveis: o pensamento complexo segundo Edgar Morin, a filosofia do caos, as dobras e os rizomas de Gilles Deleuze e Félix Guattari, o pensamento deconstrutivista de Jacques Derrida, a visão pós-colonial e feminista de Gayatri Spivak, a recuperação da função ética da arquitetura sustentada por Karsten Harries, a reivindicação das experiências da percepção e do tato por Juhani Pallasmaa, e a visão de gênero em arquitetura e urbanismo revelada por Dolores Hayden.

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

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