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O guia básico para a sustentabilidade

Um livro de Brian Edwards

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O Guia Básico para a Sustentabilidade propõe uma abordagem fundamental a um dos problemas-chave enfrentados pelos arquitetos do século XXI. Escrito por Brian Edwards, este prático livro constitui uma obra única de consulta que reúne muitas das diversas e complexas tendências que contribuem com o conceito de 'sustentabilidade'. Expõe os programas e as políticas de governos e instituições a favor do meio ambiente e resume de forma muito completa as diferentes medidas e soluções ecológicas que já não podem mais ser ignoradas. Amplamente ilustrado, interessará tanto a estudantes e profissionais de arquitetura, de urbanismo e da construção, quanto a quem quiser conhecer os aspectos fundamentais do desenvolvimento sustentável.

Descrição técnica do livro:

18 x 18 cm
226 páginas
Português
ISBN/EAN: 9788425223266
Brochura
2009 (2ª tiragem)
Descrição
Descrição

Detalhes

O Guia Básico para a Sustentabilidade propõe uma abordagem fundamental a um dos problemas-chave enfrentados pelos arquitetos do século XXI. Escrito por Brian Edwards, este prático livro constitui uma obra única de consulta que reúne muitas das diversas e complexas tendências que contribuem com o conceito de 'sustentabilidade'. Expõe os programas e as políticas de governos e instituições a favor do meio ambiente e resume de forma muito completa as diferentes medidas e soluções ecológicas que já não podem mais ser ignoradas. Amplamente ilustrado, interessará tanto a estudantes e profissionais de arquitetura, de urbanismo e da construção, quanto a quem quiser conhecer os aspectos fundamentais do desenvolvimento sustentável.

Brian Edwards, autor de vários livros sobre este assunto, é arquiteto especializado em temas ecológicos e professor de Arquitetura no Edinburgh College of Art, pertencente à Heriot-Watt University de Edimburgo.
Índice
Índice

Índice de conteúdos:

Agradecimentos

1. Contexto ambiental, educacional e profissional
         
A pressão sobre o meio ambiente
         
O desafio da sustentabilidade
         
A natureza como diretriz do projeto
         
O que é mais importante: o petróleo ou a água?
         
Para uma compreensão da sustentabilidade por meio da transculturação
         
A estética da sustentabilidade: novos paradigmas visuais
         
O que é desenvolvimento sustentável?
         
Cúpula Mundial de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável
         
O impacto das edificações
         
Edificações como fonte de riqueza
         
A ideia de capital
         
Conceitos de capital natural e capital cultural
         
Avanços para o desenvolvimento sustentável
         
Educação para a sustentabilidade: da escola à universidade
         
Ecologia, consumo e arquitetura
         
Arquitetura, inundações e agricultura
         
Breve história da formação dos arquitetos para a sustentabilidade
         
Síntese da formação dos profissionais da construção civil em sustentabilidade


2. Recursos
         
Consumo de energia e aquecimento global
         
Diretriz energética da União Europeia
         
Mudanças climáticas
         
A dinâmica do aquecimento global
         
A importância da energia
         
Instabilidade climática e projeto arquitetônico
         
Energia renovável
         
Energia renovável e impostos
         
Principais tipos de energia renovável
         
Outras fontes de energia renovável
         
Estratégias para a eficiência energética
         
Integrando os três “E”s: energia, entorno e ecologia
         
A importância dos indicadores
         
Água: o petróleo do futuro?
         
Água: pobreza e saúde
         
Redução da demanda de água
         
Reciclagem de água
         
A necessidade de integração de todos os recursos


3. Projeto sustentável e construção
         
A análise do ciclo de vida (ACV)
         
Definição básica da ACV
         
Outras ferramentas de gestão ambiental
         
Ferramentas de avaliação ambiental de tipologias específicas
         
Avaliação do impacto ambiental dos materiais construtivos
         
Resíduos
         
Complexidades do projeto para a redução de resíduos
         
O que é mais ecológico: aço ou concreto?
         
Os quatro “R”s: reduzir, reutilizar, reciclar e reabilitar
         
Edificações, saúde e materiais construtivos
         
Conforto
         
Eliminação da poluição
         
Ambientes estimulantes e sensíveis
         
Torres de ventilação
         
Projeto de janelas
         
Materiais saudáveis


4. Soluções de projeto
         
Espaço, tempo e sustentabilidade
         
Sustentabilidade como indicador de qualidade
         
Ações para o projeto sustentável
         
Lições da arquitetura vernacular
         
Abordagens arquitetônicas para tipologias sustentáveis
         
A forma da cidade para o século XXI


Bibliografia
Índice remissivo
Leia um trecho
Leia um trecho


Trecho do capítulo primeiro:

‘1. Contexto ambiental, educacional e profissional

A indústria da construção civil consome 50 % dos recursos mundiais, convertendo-se em uma das atividades menos sustentáveis do planeta. No entanto, nossa vida cotidiana desenvolve-se em ambientes edificados: vivemos em casas, viajamos sobre estradas, trabalhamos em escritórios e nos sociabilizamos em bares e restaurantes. A civilização contemporânea depende de edificações para seu resguardo e sua existência, mas nosso planeta não é capaz de continuar suprindo a atual demanda de recursos. Evidentemente, algo deve ser mudado nesse aspecto e os arquitetos e designers têm uma grande responsabilidade nesse processo.

O que significa ser sustentável? Como veremos, a definição de sustentabilidade vem evoluindo ao longo de diversos e importantes congressos mundiais e envolve não somente a construção civil, mas todos os recursos necessários para o desenvolvimento das atividades humanas. Para o arquiteto, sustentabilidade é um conceito complexo. Grande parte de um projeto sustentável envolve a redução do aquecimento global por meio da economia energética e o uso de certas técnicas, como a análise do ciclo de vida, com o objetivo de manter o equilíbrio entre o capital inicial investido e os ativos fixos a longo prazo. No entanto, projetar de forma sustentável também envolve a criação de espaços saudáveis, viáveis economicamente e sensíveis às necessidades sociais. Significa respeitar os sistemas naturais e aprender por meio dos processos ecológicos. (...)

A pressão sobre o meio ambiente

Em 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou que o aquecimento global estaria causando a morte de 150 mil pessoas por ano. Isto vem ocorrendo devido, principalmente, às variações no nível do mar, que afetam a produção agrícola e produzem a escassez de chuvas e a evaporação das reservas de água potável. Além disso, o uso de combustíveis fósseis para aquecimento, iluminação e condicionamento de ar das edificações é responsável por 50 % do aquecimento global, sendo o transporte outro fator que contribui em outros 25 %. Por esse motivo, é de extrema importância que exista a interação entre o projeto arquitetônico, o desenho urbano e o planejamento urbano. Considerando a longa vida útil de uma edificação, é importante pensarmos a longo prazo e estarmos dispostos a investir em tecnologias ecológicas, cujos benefícios serão percebidos no futuro. (...)

Os danos ambientais decorrentes das atuais práticas construtivas se manifestarão, primeiramente, em nossas cidades, onde sentiremos os impactos causados, como a elevação das temperaturas, os problemas de saúde causados pela poluição do ar ou pela contaminação da água, a escassez de alimentos e a falta de energia. Embora as edificações ainda possam funcionar de forma individual, a relação do território coletivo das cidades com o ecossistema global entrará em crise. Isto se deve ao fato de as cidades produzirem um conjunto de impactos que gera uma cadeia longa, profunda e crescente de resíduos. Alémdisso, a extensão das cidades vem se ampliando e suas populações tornam-se cada vez mais densas. Atualmente, metade dos seres humanos habita zonas urbanas; destes, a quarta parte ocupa cidades de mais de 1 milhão de habitantes e a metade, megacidades de mais de 8 milhões de habitantes. A pressão mundial sobre o meio ambiente afetará, primeiramente, essas megacidades, ou seja, as grandes conurbações, como Tóquio, Cidade do México e São Paulo. (...)

Somente por meio do uso de tecnologias mais inteligentes, de um maior respeito aos recursos naturais e da substituição da exploração de recursos não renováveis por práticas renováveis e autossuficientes, poderemos reduzir a pressão sobre o meio ambiente. A cidade desempenha um papel fundamental para o estabelecimento de uma relação simbiótica entre as edificações, o território e a natureza. Constituindo uma das unidades da cidade, o projeto arquitetônico, quando norteado pela análise do ciclo de vida, pode contribuir de forma importante para a sustentabilidade. As edificações podem produzir sua própria energia, captar e reciclar sua própria água, utilizar materiais reciclados e promover a reutilização dos resíduos, além de manter o equilíbrio entre o CO2 (dióxido de carbono) produzido durante sua construção e uso, e o CO2 transformado novamente em oxigênio, mediante o plantio de árvores em outras áreas.(...)’

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

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