O desenho no projeto da paisagem

Um livro de Edward Hutchison

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Dirigido a estudantes e profissionais de paisagismo, O desenho no projeto da paisagem trata da importância do desenho para aprender a visualizar e a explicar projetos de grande escala e demonstra que, ao longo do processo de projeto, os desenhos feitos à mão são um complemento ideal para os desenvolvidos em computador. Este livro se baseia nos pontos centrais das técnicas de desenho tradicionais e incorpora os métodos projetuais em computador com o objetivo de produzir melhores desenhos, mais compreensíveis para o cliente e, em suma, de realizar melhores projetos.

Com mais de 500 ilustrações coloridas de exemplos internacionais, o livro conduz o leitor através de uma sequência que vai desde as primeiras impressões do lugar e os primeiros croquis conceituais até as plantas finais de apresentação e execução.

Descrição técnica do livro:

25 x 27 cm
240 páginas
Português
ISBN/EAN: 9788425224577
Brochura
2012
Descrição
Descrição

Detalhes

Dirigido a estudantes e profissionais de paisagismo, O desenho no projeto da paisagem trata da importância do desenho para aprender a visualizar e a explicar projetos de grande escala e demonstra que, ao longo do processo de projeto, os desenhos feitos à mão são um complemento ideal para os desenvolvidos em computador. Este livro se baseia nos pontos centrais das técnicas de desenho tradicionais e incorpora os métodos projetuais em computador com o objetivo de produzir melhores desenhos, mais compreensíveis para o cliente e, em suma, de realizar melhores projetos.

Com mais de 500 ilustrações coloridas de exemplos internacionais, o livro conduz o leitor através de uma sequência que vai desde as primeiras impressões do lugar e os primeiros croquis conceituais até as plantas finais de apresentação e execução.

Edward Hutchison estudou design de interiores na Kingston School of Art, é mestre em design ambiental pelo Royal College of Art, arquitetura da paisagem pela Thames Polytechnic e arquitetura pela Architectural Association, todas estas em Londres. Mais tarde, trabalhou no departamento de arquitetura do distrito de Hammersmith & Fulham (1973-1984) e no Foster & Partners (1985-1991), escritório do qual passou a ser associado a partir de 1988. Atualmente, é diretor de seu próprio escritório de arquitetura da paisagem em Londres. Sua obra recebeu numerosos prêmios e seus desenhos foram objeto de uma exposição intitulada Drawing Space realizada em 2009 no Garden Museum de Londres.

Índice
Índice

Indice de conteúdos

Introdução

Absorvendo a paisagem

Desenvolvendo um vocabulário
Criando texturas
Pessoas e espaços
Luz e cor
Objetos inusitados
Infl uências artísticas
Ritmo arquitetônico
Espessuras de linhas
Exercícios de abstração
Escala do desenho
Texturas de folhagens
Linha de expressão
Desenhando plantas

Desenhando no lugar

Entendendo o passado
Ruas e lojas
Um jardim de embaixada
O contexto urbano
Calor e luz
Esboços analíticos
Passado, presente e futuro
Paisagem litorânea
A paisagem natural

Desenhando ideias

Análise do lugar
Analisando níveis
Registros visuais instantâneos
Vistas aéreas
Uma escola e o London Eye
Projetos de plantio
Ideias de plantio

Plantas, cortes e elevações

Padrões e texturas
Pessoas e árvores
Técnicas mistas
Espessuras de linhas
A infl uência de Nolli
Esquemas de padrões
Plantas estratégicas
Desenho à mão livre e imagens vetoriais
Desenhos coloridos
Cor mínima
Cortes e detalhes
Espaço arquitetônico

Perspectivas

Desenhos em preto e branco
Croquis perspectivados
Enfatizando uma atmosfera
Perspectivas instantâneas
Desenhando em reuniões
Ruas e lugares públicos
Um hotel à beira-mar

Isométricas

Diferentes pontos de vista
Vegetação para um amplo jardim
Paisagismo para educar
Colorindo no computador
Árvores
Examinando níveis
Pessoas na paisagem

Desenhos comerciais

Desenvolvimento do conceito
Uso de cores vivas
Desenhos sequenciais
Detalhes construtivos
O caráter do lugar
Detalhes de pavimentação
Desenho de banco
Balizas e bancos
Projeto para uma pista de skate
Gradis para um empreendimento residencial
Detalhes construtivos para uma faculdade
Detalhes de degraus
Desenhos em computador

Trabalho executado

St. John’s College, Cambridge
Programa e contexto histórico
Opções de plantas em croquis
Opções para pátios
Propostas
Níveis e materiais
Estudos de luz
Análise de microclima e plantio
Projeto de plantio
Detalhes de pavimentação
Detalhes do portão
Desenhos do fornecedor
Conclusão

Coventry Peace Garden
Programa e contexto histórico
Análise e croquis
Momento Eureca
Desenvolvimento do projeto
Percursos desejados
Respeito ao lugar
Aço corten
Escolha das árvores
Estudos de drenagem
Balizas de pedra
Conclusão

Créditos dos projetos
Leituras complementares
Projetos do autor
Agradecimentos / créditos das imagens
 

Leia um trecho
Leia um trecho

Texto da introduçâo

Qualquer pessoa pode desenhar, mesmo que pense não possuir habilidade. Em sua obra The Elements of Drawing (1857), John Ruskin afirma que, com algumas horas de prática exaustiva, ele poderia ensinar até mesmo o menos promissor dos artistas a desenhar. Segundo Ruskin, ele “nunca havia encontrado uma pessoa que fosse incapaz de aprender a desenhar”. No entanto, assim como tantas outras disciplinas, é fundamental desenvolver a habilidade com rigor e determinação, da mesma forma que aprender a tocar um instrumento musical requer prática constante. Desenhista obstinado, Henri Matisse alcançou sua incrível fluidez no traço por meio de intenso trabalho árduo. Durante um período nos anos 1930, Matisse passou todas as tardes desenhando um modelo-vivo e, ao longo de sua vida, manteve-se indiferente àqueles que tentaram reproduzir seu estilo sem suportar o esforço necessário. O desenho de modelo-vivo é frequentemente considerado o melhor modo para aprendermos a desenhar, assim como para entendermos o objeto diante de nós – em suas inúmeras e distintas variações. Desenhar formas nuas encoraja a observação cuidadosa e contribui para um maior entendimento dos fundamentos de desenho: luz e sombra, proporção, cor, movimento e construção. Talvez não exista modo mais apropriado para se desenvolver um “bom olhar”.

O uso de cadernos de croquis também constitui um exercício de valor incalculável para um projetista e o conduz à prática diária do desenho. Não importa se um desenho particular é bom ou ruim: trata-se de uma referência, um registro. Cadernos de croquis funcionam como um maravilhoso playground para o registro de ideias, listas, combinações de cores a serem estudadas, padrões surpreendentes ou para a captura da vista de uma janela. São ferramentas que ajudam a compreender o processo criativo que conduz a uma solução de projeto particular. Aceitar o compromisso de um novo trabalho é sempre um prazer, mas é também uma responsabilidade. Quaisquer que sejam as dimensões ou a natureza de um trabalho, é fundamental que o projetista apreenda o lugar. As fotografias são importantes como registros, mas os croquis são um meio mais imediato de capturar uma impressão pessoal do lugar, vital no processo de projeto em um estágio posterior. Um novo projeto deve se adequar ao sítio, tanto em relação às dimensões quanto à atmosfera. A tensão no desenvolvimento de ideias pode ser rapidamente capturada em uma série de croquis que serão úteis para a criação de opções de projeto para discussão posterior, as quais poderão ser desenvolvidas mais profundamente em um computador. O diálogo visual entre croquis e desenhos digitais cria um dinamismo no processamento de ideias, espaços e formas. Essas duas técnicas contrastantes geram uma energia valiosa que direciona o projeto. A precisão do desenho por computador legitima as ideias iniciais colocadas no papel e a conversão do croqui ao desenho digital enfatiza a competência do projetista na solução de problemas. Quando usados com habilidade, os programas de computador produzem imagens tão sensíveis e atraentes quanto os croquis iniciais. Este livro tem como objetivo demonstrar a conjugação desses dois processos de representação e inclui exemplos de soluções de projeto – St. John’s College e Peace Garden – resultantes dessa forma de trabalho prazerosa e econômica. [...]

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

O que a imprensa disse
O que a imprensa disse

O desenho no projeto da paisagem

(Redação, Arq!Bacana, 08/12)

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«O livro é baseado nos pontos centrais das técnicas de desenhos tradicionais e insere os métodos computadorizados com o intuito de produzir melhores desenhos, mais compreensíveis para o cliente e de realizar melhores projetos.» (Redação, Arq!Bacana, 08/12)

O desenho no projeto da paisagem

(Victor Delaqua, ArchDaily, 04/16)

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«O desenho no projeto da paisagem trata da importância do desenho para aprender a visualizar e a explicar projetos de grande escala e demonstra que, ao longo do processo de projeto, os desenhos feitos à mão são um complemento ideal para os desenvolvidos em computador.» (Victor Delaqua, ArchDaily, 04/16)

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