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Entender a arquitetura
Seus elementos, história e significado

Um livro de Leland M. Roth

Disponível

Preço Normal: R$189,00

Special Price R$170,00

Oferta

Desde sua primeira edição inglesa em 1993, Entender a arquitetura tem se transformado em um texto de referência clássico. Este manual ilustrado continua sendo o único texto de seu gênero que examina a arquitetura como um fenômeno cultural, artístico e tecnológico por meio de um enfoque duplo: o temático, que aborda os elementos de arquitetura, e o histórico, que se centra em sua evolução temporal e seu significado.

Seu texto completo, acessível e agradável, de caráter claro e básico, destaca-se pela seleção criteriosa de exemplos e por comparações perspicazes, resultando em um manual de altíssimo valor didático e adequado para uma introdução à complexidade de conceitos e orientações fundamentais ao entendimento da história da arquitetura.

Descrição técnica do livro:

17 x 24 cm
549 páginas
Português
ISBN/EAN: 9788584520695
Brochura
2016


Descrição
Descrição

Detalhes

Desde sua primeira edição inglesa em 1993, Entender a arquitetura tem se transformado em um texto de referência clássico. Este manual ilustrado continua sendo o único texto de seu gênero que examina a arquitetura como um fenômeno cultural, artístico e tecnológico por meio de um enfoque duplo: o temático, que aborda os elementos de arquitetura, e o histórico, que se centra em sua evolução temporal e seu significado.

Seu texto completo, acessível e agradável, de caráter claro e básico, destaca-se pela seleção criteriosa de exemplos e por comparações perspicazes, resultando em um manual de altíssimo valor didático e adequado para uma introdução à complexidade de conceitos e orientações fundamentais ao entendimento da história da arquitetura.

Leland M. Roth é professor titular da disciplina História da Arquitetura no Departamento de História da Arte e da Arquitetura da Universidade de Oregon, na cidade norte-americana de Eugene. Doutor em História da Arquitetura pela Universidade Yale em 1973, Roth concentra suas pesquisas na arquitetura e no urbanismo dos Estados Unidos, sendo autor de diversos textos sobre esses temas.

Índice
Índice

Sumário

Lista de mapas
Lista de ilustrações
Prefácio

Introdução: arquitetura, a arte inevitável

PARTE UM: OS ELEMENTOS DA ARQUITETURA

1 “Funcionalidade”: como um edifício funciona?
2 “Firmeza”: como um edifício fica em pé?
3 “Deleite”: espaço em arquitetura
4 “Deleite”: ver a arquitetura
5 “Deleite”: acústica, forma e som
6 O arquiteto: de sumo sacerdote a profissional
7 Arquitetura como parte do ambiente
8 Arquitetura, memória e economia

Quadro cronológico

PARTE DOIS: A HISTÓRIA E O SIGNIFICADO DA ARQUITETURA

9 A invenção da arquitetura: das cavernas às cidades
10 Arquitetura egípcia
11 Arquitetura grega
12 Arquitetura romana
13 Arquitetura paleocristã e bizantina
14 Arquitetura da Alta Idade Média
15 Arquitetura gótica
16 Arquitetura renascentista e maneirista
17 Arquitetura barroca e rococó
18 Arquitetura na era do Iluminismo, 1720-1800
19 Arquitetura no século XIX
20 Arquitetura do início do século XX: função e perfeição
21 Arquitetura do fim do século XX: uma questão de significado

Glossário
Índice

Leia um trecho
Leia um trecho

Trecho da introdução

INTRODUÇÃO

Arquitetura, a arte inevitável

A arquitetura é a arte inevitável. A todo momento, acordados ou dormindo, estamos em edifícios, perto de edifícios, em espaços definidos por edifícios, ou em paisagens formadas pelo artifício humano. É possível optar por não olhar para pinturas, esculturas, desenhos, ou qualquer outra arte visual, mas a arquitetura nos toca constantemente, afeta nosso comportamento e condiciona nosso humor psicológico. Pessoas cegas ou surdas podem não ver pinturas ou ouvir música, mas, como todos os outros seres humanos, precisam lidar com a arquitetura. Mais do que um mero abrigo ou uma proteção contra intempéries, a arquitetura é também o registro físico das atividades e aspirações humanas. É a herança cultural que nos foi legada.

O arquiteto Louis Kahn escreveu que a “arquitetura é o que a natureza não pode fazer”. Os humanos estão entre os diversos animais que constroem, e, de fato, algumas estruturas construídas por pássaros, abelhas e cupins, para citar apenas alguns exemplos, se assemelham à engenharia humana em sua economia de estrutura. O Synallaxis erythrothorax da América do Sul (um pássaro da família do joão-de-barro) constrói dois cômodos conectados por um tubo arqueado, criando um ninho duplo na forma de um haltere. Algumas espécies de cupins cegos constroem arcos de lama, começando em dois pontos distintos e subindo cada uma das partes independentemente até que elas se encontrem no ar. Moluscos, como os náutilos, constroem suas casas em torno de si mesmos, criando uma concha dura de carbonato de cálcio.

A concha do náutilo pode servir como uma metáfora útil do ambiente construído pelo homem. À medida que o náutilo cresce, ele acrescenta uma nova câmara um pouco maior à sua concha curva; a câmara vazia começa, então, a ser preenchida com gás nitrogênio, o que adiciona capacidade de flutuação à estrutura ampliada; as partes mais velhas da concha tornam-se, assim, uma espécie de registro da história do animal. A arquitetura é a concha do náutilo para a espécie humana: é o ambiente que construímos para nós mesmos e que, à medida que crescemos em experiência e conhecimento, transformamos e adaptamos para nossa condição ampliada. Se quisermos preservar nossa identidade, temos de cuidar para não eliminar a “concha” do nosso passado, pois é o registro físico de nossas aspirações e realizações.

Antes, costumava-se pensar na arquitetura como consistindo apenas em aqueles edifícios considerados “importantes”, as grandes construções religiosas ou públicas que exigiam energia, material e recursos financeiros substanciais. Talvez isso se deva ao fato de que, nos séculos passados, as histórias da arquitetura eram escritas predominantemente por arquitetos, mecenas principescos ou historiadores da corte, que queriam exacerbar a distinção entre o que haviam realizado e a massa vulgar de construções vernáculas do entorno. Em seu compacto Panorama da Arquitetura Ocidental, publicado originalmente em 1943, Nikolaus Pevsner começou fazendo a distinção de que “um abrigo para bicicletas é uma construção; a catedral de Lincoln é uma obra de arquitetura”. A sabedoria popular costuma fazer a mesma distinção, como ilustra a história, agora folclórica, do fabricante de peças metálicas que construía estruturas para estábulos e oferecia para o comprador uma ampla variedade de portas ornamentais com aparência histórica para encaixar na entrada – estilos colonial, mediterrâneo, clássico, entre tantos outros. Depois que uma tempestade assolou muitos estábulos da região, o representante da fábrica telefonou para os clientes para saber como suas estruturas tinham se saído. Um cliente, cuja porta estilo colonial fora levada pelo vento enquanto o estábulo em si permaneceu intacto, respondeu: “O edifício está bem, mas a arquitetura se foi”.

Se decidíssemos estudar apenas a “arquitetura” da catedral de Lincoln ou de Notre Dame de Amiens, na França, ou de qualquer catedral que fosse, sem levar em conta as “edificações” – ou seja, todas as casas modestas que compunham a cidade em torno delas – chegaríamos a um conceito equivocado da posição ocupada pela Igreja no contexto social e cultural da Idade Média. Temos de examinar tanto a catedral quanto as casas comuns em volta dela, pois todos os edifícios em conjunto constituem a arquitetura medieval. Da mesma forma, se quisermos entender a totalidade da arquitetura da cidade contemporânea, devemos considerar todos os elementos que a compõem. Por exemplo, para entender a cidade de Eugene, Oregon, teríamos de examinar os bicicletários e os abrigos de ônibus, que são parte integrante do sistema de transporte público; ali, ciclistas podem deixar suas bicicletas guardadas e seguir para o transporte público motorizado. Os bicicletários são parte de uma proposta municipal ecológica, um esforço para melhorar o ambiente físico ao estimular modos de transporte alternativos aos carros particulares. [...]

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

O que a imprensa disse
O que a imprensa disse

Entender a arquitetura. Seus elementos, história e significado (Leland M. Roth)

(Redação, Publishnews, 24/03/2017)

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Entender a arquitetura. Seus elementos, história e significado (Leland M. Roth)

(Elenara Leitão, Arquitetando Ideias, 11/04/17)

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Entender a arquitetura. Seus elementos, história e significado (Leland M. Roth)

(Heloise, ArchLife, 05/17)

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Aline Anhesim
Esclarecedor
Livro bastante didático, de linguagem simples porém muito completo em suas colocações. Adotei esse livro como bibliografia em minhas disciplinas. Foi muito interessante perceber o envolvimento e interesse dos alunos ao estudar.