Parcele suas compras em até 3 x sem juros com o Paypal, parcelas mínimas de R$ 50,00

Da casa passiva à norma Passivhaus
A arquitetura passiva em climas quentes

Um livro de Micheel Wassouf

Ainda que o conceito da “casa passiva” tenha suas origens na década de 1970, foi apenas com a criação da Passivhaus (a norma de origem alemã de otimização energética para a construção de moradias) que essa prática de arquitetura sustentável amadureceu. Desde a construção do primeiro prédio Passivhaus na Alemanha no início da década de 1990, o protocolo Passivhaus vem sendo aplicado com sucesso em edificações do mundo inteiro, da fria cidade de Oslo à tropical Xangai.

Este livro apresenta o conceito de arquitetura passiva, explica a norma Passivhaus e explora sua aplicação no âmbito dos territórios de clima quente. Com enfoque prático e direto, o autor apresenta os conceitos básicos dessa normalização da construção, as tecnologias atuais com as quais trabalha e as pautas fundamentais para a aplicação da norma em países de clima temperado ou quente. O livro se estrutura em três capítulos: a arquitetura passiva, a norma Passivhaus e um terceiro bloco de caráter prático, no qual se mostra a aplicação da ferramenta PHPP a edificações de referência em cidades de clima quente e tropical como Madri, Lisboa, Cidade do México e Rio de Janeiro. Além disso, são apresentados diversos exemplos de edificações Passivhaus que demonstram a viabilidade da norma nessas zonas.

Descrição técnica do livro:

17 x 24cm
144 páginas
Espanhol, Português
ISBN/EAN: 9788425224522
Brochura
2014 (5ª tiragem)
Descrição
Descrição

Detalhes

Ainda que o conceito da “casa passiva” tenha suas origens na década de 1970, foi apenas com a criação da Passivhaus (a norma de origem alemã de otimização energética para a construção de moradias) que essa prática de arquitetura sustentável amadureceu. Desde a construção do primeiro prédio Passivhaus na Alemanha no início da década de 1990, o protocolo Passivhaus vem sendo aplicado com sucesso em edificações do mundo inteiro, da fria cidade de Oslo à tropical Xangai.

Este livro apresenta o conceito de arquitetura passiva, explica a norma Passivhaus e explora sua aplicação no âmbito dos territórios de clima quente. Com enfoque prático e direto, o autor apresenta os conceitos básicos dessa normalização da construção, as tecnologias atuais com as quais trabalha e as pautas fundamentais para a aplicação da norma em países de clima temperado ou quente. O livro se estrutura em três capítulos: a arquitetura passiva, a norma Passivhaus e um terceiro bloco de caráter prático, no qual se mostra a aplicação da ferramenta PHPP a edificações de referência em cidades de clima quente e tropical como Madri, Lisboa, Cidade do México e Rio de Janeiro. Além disso, são apresentados diversos exemplos de edificações Passivhaus que demonstram a viabilidade da norma nessas zonas.

Micheel Wassouf (Damasco, 1968) é arquiteto graduado pela Universidade Karlsruhe, da Alemanha. Trabalhou como arquiteto em diversos países europeus e atualmente reside na Espanha. Sua empresa Energiehaus desenvolveu os primeiros prédios da península ibérica a seguir o protocolo Passivhaus e vem formando os arquitetos espanhóis no tema.

Índice
Índice

Índice de conteúdos

Introdução
Tendências atuais
As normas de edificação
Certificação ambiental
As normas de edificação sustentável
Edificações com consumo de energia quase nulo
 
A arquitetura passiva
Critérios da arquitetura passiva
Critérios da arquitetura Passivhaus
Conceitos passivos especiais
 
A norma Passivhaus
Definição oficial da norma Passivhaus
Sistemas de calefação
Sistemas de refrigeração
A ferramenta PHPP
 
Exemplos construídos tipo Passivhaus
 
O cálculo energético com a ferramenta PHPP
 
Conclusão
 
Bibliografia
Créditos das ilustrações
Leia um trecho
Leia um trecho

Trecho da introdução

"Sua casa é seu corpo em maior escala"
Gibran Jalil Gibran

Cada vez que viajo a Damasco, minha cidade natal, me impressiona o orgulho com que seus cidadãos mostram os edifícios modernos dos novos bairros desta cidade milenar. Às vezes, me convidam em pleno verão para tomar café e passamos as tardes entre o calor e o frio dos edifícios climatizados e excessivamente envidraçados. Mais tarde, ao voltar à casa de minha tia, que vive em uma edificação tradicional no centro antigo, recupero o conforto perdido tomando chá e café com meus primos. O bem-estar que essa casa oferece no verão me lembra o conforto das casas construídas recentemente no continente europeu segundo a norma Passivhaus. Fico pensando com seria importante conciliar a arquitetura moderna internacional com as casas tradicionais passivas que configuram as cidades antigas do Mediterrâneo.

De fato, a arquitetura passiva, definida como aquela que se adapta às condições climáticas de seu entorno, existe desde a Antiguidade. Sócrates (469-399 a.C.) foi o primeiro a descrever esta arquitetura por escrito: seu megaron se baseia na casa grega, modifica sua planta para dar-lhe uma forma trapezoidal e conseguir captar mais energia solar no inverno, mantendo o conforto no verão graças aos beirais que sombreiam as varandas.

Esse componente energético próprio da arquitetura vernacular foi se diluindo ao longo do século xx, sobretudo a partir do auge da arquitetura do Estilo Internacional no pós-guerra. Como sugere a denominação, o Estilo Internacional se desvincula dos condicionantes locais para aplicar-se internacionalmente. Assim, o projeto e a execução das edificações contemporâneas se desenvolveram segundo parâmetros estéticos, funcionais e econômicos, limites que cercearam a liberdade arquitetônica aceita pela nossa sociedade.

Com a crise do petróleo da década de 1970, ressurgiu a preocupação com os aspectos ambientais nas edificações. Na atualidade, a crescente inquietude em relação à mudança climática ficou patente no quarto Relatório do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática (IPCC: Intergovernmental Panel on Climate Change). Neste, estima-se com uma grande probabilidade (superior a 90%) que a causa do aquecimento global do planeta seja a emissão de dióxido de carbono (CO2) que se deriva das atividades humanas. Além do CO2, a lista de gases inclui o metano (CH4), o óxido de nitrogênio (N2O) e outros gases de menor importância. Entre 1996 e 2005, registraram-se onze dos doze anos mais quentes desde que existem os registros meteorológicos (1850). [...]

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

O que a imprensa disse
O que a imprensa disse

Gustavo Gili publica De la Casa Pasiva al Estándar Passivhaus

(Redacción, Construible.es, 19/06/14)

Ler mais

De la casa pasiva al estándar Passivhaus La arquitectura pasiva en climas cálidos

(Álvaro Maldonado, F1 Arquitectura, 06/14)

«Este libro expone el concepto de arquitectura pasiva, explica el estándar Passivhaus y explora su aplicación en el marco de los territorios de climas cálidos.» (Álvaro Maldonado, F1 Arquitectura, 06/14)

Passivhaus

(Daniel Moyano, www.danielmoyano.net, 15/09/14)

Ler mais

«Se trata de una muy buena introducción al mundo de la arquitectura pasiva, ordenado con criterio y de fácil lectura (incluso a pesar de la edición bilingüe español/portugués) y lo suficientemente profundo como para tomarlo como manual de referencia.» (Daniel Moyano, www.danielmoyano.net, 15/09/14)

Passivhaus

(Laura Mulas, Arquitectura Viva n.165, 07-08/2014)

Descargar

«Enfoque práctico, lenguaje sencillo y detalles, imágenes y gráficos bien seleccionados.» (Laura Mulas, Arquitectura Viva n.165, 07-08/2014)

Passivhaus

(Graziano Brau, Arquilecturas.com, 16/10/14)

Ler mais

«Aunque el estándar Passivhaus esté estudiado para climas centroeuropeos, este libro nos demuestra, a través de una serie de siete ejemplos construidos, su validez para climas cálidos mediterráneos.» (Graziano Brau, Arquilecturas.com, 16/10/14)

Libro: De la casa pasiva al estándar Passivhaus

(Pilar Pinchart, Skfandra.com, 04/08/2014)

Ler mais

Da casa passiva à norma Passivhaus

(Redação, Arq!Bacana, 11/14)

Ler mais

«Ao longo de três capítulos, a publicação explica o conceito de arquitetura passiva, reúne os princípios e definições básicas da Passivhaus, aponta as tecnologias utilizadas na atualidade e explora a sua aplicação em países com clima quente.» (Redação, Arq!Bacana, 11/14)

Da casa passiva à norma Passivhaus

(Ohana Abrantes, Papo de arquiteto, 04/15)

Ler mais

«Com linguagem clara e objetiva, Micheel Wassaf ressalta as tecnologias atuais e as regras fundamentais para a viabilização dessas construções que tendem a inovar o segmento da arquitetura sustentável.» (Ohana Abrantes, Papo de arquiteto, 04/15)

Resenhas de Cliente

Dê-nos sua opinião

Escrever sua própria revisão

Você está revisando: Da casa passiva à norma Passivhaus

Como você avalia este produto? *

CARLOS TEODORO
Sim recomendo sua leitura quem quizer ter um conhecimento mais aprimorado das questões energéticas.
Achei interessante o conteúdo do livro, indicando nas questões básicas da arquitetura passiva. que poderia ser aplicado em nossa região. Tem uma seção de exemplos construídos bem representativos e com detalhes construtivos. As imagens e gráficos ajudam no entendimento das ideias.
Ma Claudia L Correa
Excelente publicação!
Excelente publicação, traz de forma objetiva dados técnicos suficientes para uma apreciação das diferentes estratégias indicadas, assim como explora graficamente de forma bem didática as análises dos sistemas e resultados comparativos entre sistemas convencionais e técnicas indicadas!
Larissa Silva
Recomendo!
Possui linguagem clara e objetiva, bem ilustrado e apresenta soluções e aplicações de forma atraente. É um bom livro para quem deseja conhecer a arquitetura passiva.