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Como desenhar de forma errada

Um livro de Peter Jenny

Como desenhar de forma propositadamente errada? Neste pequeno livro, Peter Jenny propõe 22 exercícios que, provocando estranhamento, estimularão o leitor a escapar das normas convencionais do desenho, de modo a questionar o padrão estabelecido. Os exercícios aqui apresentados — que vão do abandono da perspectiva à deformação de figuras, da descontextualização de objetos à produção de caricaturas — funcionam como um divertido convite à crítica visual e são uma maneira excepcional de reconsiderar aquilo que é visto como correto.

Descrição técnica do livro:

10.5 x 14.8 cm
216 páginas
Português
ISBN/EAN: 9788565985581
Brochura
2012 (2ª tiragem)
Descrição
Descrição

Detalhes

Como desenhar de forma propositadamente errada? Neste pequeno livro, Peter Jenny propõe 22 exercícios que, provocando estranhamento, estimularão o leitor a escapar das normas convencionais do desenho, de modo a questionar o padrão estabelecido. Os exercícios aqui apresentados — que vão do abandono da perspectiva à deformação de figuras, da descontextualização de objetos à produção de caricaturas — funcionam como um divertido convite à crítica visual e são uma maneira excepcional de reconsiderar aquilo que é visto como correto.

Peter Jenny (Sool, 1942) é professor emérito e catedrático de design gráfico na ETH de Zurique, Suíça. Publicou diversos livros sobre design e pensamento visual.

Índice
Índice
Sumário
 
Introdução
 
O você e o eu
O eu e o nós
O eu e o mundo
As partes e o todo
O igual e o diferente
O objeto e o rosto
A vida e a morte
O estático e o movimento
O interno e o externo
O emocional e o racional
O paradoxo e o lógico
O adulto e o infantil
O certo e o errado
A identificação e a distância
O sonho e a realidade
A imagem e o nome
A imagem e a caricatura
Os valores e a mudança de valores
A estereotipia e a variação
A banalidade e a criatividade
O passado e o futuro
A vergonha e a falta de vergonha
Leia um trecho
Leia um trecho

Texto da introdução

Introdução

Desenhar de forma errada? Ignorar a perspectiva? Fazer rabiscos, desenhos ruins, disformes? Aqueles que não diferenciam o “certo” do “errado” acabam irritando outras pessoas e provocando caras de interrogação. No entanto, esta é justamente a intenção — pois somente os que têm perguntas estão no caminho da reflexão. A maioria dos adultos, em algum momento da vida, desistiu de desenhar, pois acreditava não ter talento suficiente para tal. Para estimulá-los a voltar a se dedicar a essa atividade, a praticar novamente o pensamento fotográfico, gostaria de indicar-lhes algumas práticas que podem ser de grande ajuda. Uma delas consiste em desenvolver a visão egocêntrica. Podemos obter referências não apenas nos desenhos feitos por crianças, mas também naqueles produzidos por pessoas marginalizadas pela sociedade. As imagens feitas por essas pessoas não são consideradas “adequadas” — afinal, fazer rabiscos não significa nada. Entretanto, dedicar uma atenção especial a essas formas de representação pode servir como um incentivo, além de ensinar-nos a não adotar valores de maneira precipitada. Os desenhos nos revelam nosso próprio ambiente a nós mesmos. Antes de começar a fazer rabiscos, pinturas e esboços, você precisará de um material adequado, do seu próprio ambiente. Nesse sentido, recomendo utilizar fotos pessoais: nelas será mais fácil encontrar algo que lhe dê um suporte neste momento inicial. Tais fotos, imprescindíveis para o desenvolvimento dos exercícios presentes neste livro, podem ser encontradas em álbuns de família. Fotos privadas de terceiros podem despertar um mal-estar no observador, já que ninguém gostaria de ser colocado no papel de voyeur. Aliás, gostaria de pedir-lhes desculpa de antemão, pois as fotos que apresento aqui são minhas. Essa esfera particular é, no entanto, um pré-requisito obrigatório para um trabalho em conjunto gratificante, baseado em suas próprias fotografias. Aqueles que preferirem ler as disposições teóricas somente após dar início aos exercícios podem começar a desenhar a partir da página 21.

Peter Jenny

Copyright dos textos: os autores

Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

O que a imprensa disse
O que a imprensa disse

Como desenhar de forma errada

(Victor Brito, bonstutoriais, 11/2014)

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«Peter Jenny propõe 22 exercícios para o leitor liberar a mente de qualquer norma prévia e, simplesmente, desenhar.»(Victor Brito, bonstutoriais, 11/2014)

Como desenhar de forma errada

(Mateus Machado, Desenho Online.com, 07/15)

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«O livro foge bastante da linha dos tradicionais materiais que ensinam a desenhar, que tentam conduzir o leitor a um arquétipo ou estilo estabelecido; afinal, ele visa estimular o leitor a desenhar independentemente de estar certo ou não; mas, também reserva um pequeno espaço para aquelas pessoas que almejam os desenhos mais refinados.» (Mateus Machado, Desenho Online.com, 07/15)

Como desenhar de forma errada

(Dalmir, Designers Brasileiros, 08/16)

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«Ao questionar o padrão estabelecido, o autor cria novas formas de treinar o traço e de estimular a criatividade.»(Dalmir, Designers Brasileiros, 08/16)

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Vinnicius
http://desenharbemdozero.com/
Para quem é um desenhista perfeccionista, esse livro não vai agradar muito, até porque há muito rabisco e desenhos não tão refinados