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Arquitetura e política
Ensaios para mundos alternativos

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Arquitetura e política aborda uma das questões-chave da arquitetura contemporânea: a responsabilidade dos arquitetos para com a sociedade. Nestes cinco capítulos -Histórias, Mundos, Metrópoles, Vulnerabilidades e Alternativas- a obra segue um percurso histórico, que abrange desde o papel social dos arquitetos e urbanistas até a atual era da globalização. Por meio de temas como vida comunitária, participação, igualdade de gênero e sustentabilidade, o livro trata tanto das vulnerabilidades contemporâneas como das alternativas já experimentadas. Daí seu subtítulo Ensaios para mundos alternativos.

Descrição técnica do livro:

15 x 21 cm
254 páginas
Português
ISBN/EAN: 9788565985413
Brochura
2014 (4ª tiragem)
Descrição
Descrição

Detalhes

Arquitetura e política aborda uma das questões-chave da arquitetura contemporânea: a responsabilidade dos arquitetos para com a sociedade. Nestes cinco capítulos -Histórias, Mundos, Metrópoles, Vulnerabilidades e Alternativas- a obra segue um percurso histórico, que abrange desde o papel social dos arquitetos e urbanistas até a atual era da globalização. Por meio de temas como vida comunitária, participação, igualdade de gênero e sustentabilidade, o livro trata tanto das vulnerabilidades contemporâneas como das alternativas já experimentadas. Daí seu subtítulo Ensaios para mundos alternativos.

Josep Maria Montaner (1954) é doutor em arquitetura e professor catedrático do Departamento de Composição Arquitetônica da Escola Tècnica Superior d’Arquitetura de Barcelona (ETSAB-UPC). Já foi professor convidado em diversas universidades da Europa, América e Ásia e é autor de inúmeros artigos e publicações, como Sistemas arquitetônicos contemporâneos (2015), A modernidade superada (2011), Arquitetura e política (2014, com Zaida Muxí), Arquitetura e crítica (2014) e Do diagrama às experiências (2017), também publicados pela Editora Gustavo Gili. Colaborador habitual de revistas de arquitetura e do jornal espanhol El País, em junho de 2015 foi nomeado conselheiro de habitação e conselheiro distrital de Sant Martí na Prefeitura de Barcelona.

Zaida Muxí
Índice
Índice

Índice
Homeopatia crítica, por Jordi Borja

INTRODUÇÃO

HISTÓRIAS
As formas do poder
Do “sentido ético” de William Morris e “o arquiteto na luta de classes” de Hannes Meyer às “estrelas da arquitetura”
A ação política a partir da arquitetura    
As tradições alternativas de vida comunitária

MUNDOS
A globalização e o universo rizomático
As fronteiras quentes
O mundo pós-Chernobyl
A vida-lixo ou o slow food

METRÓPOLES
O urbanismo tardo-racionalista: de A Carta de Atenas à cidade global
As cidades alternativas: Curitiba, Seattle, Bogotá e Medellín
O turismo e a tematização das cidades

VULNERABILIDADES
Os traumas urbanos: o apagamento da memória
O neofeudalismo imobiliário: o problema da moradia e das casas vazias
As cidades de slums e a geografia dos sem-teto

ALTERNATIVAS
A cidade próxima: o urbanismo sem gênero
Novas epistemologias para o urbanismo contemporâneo
A cultura institucional e a sociedade civil
Por uma cultura crítica e alternativa, da experiência e do ativismo

Comentários e agradecimentos
Notas bibliográficas

Leia um trecho
Leia um trecho
Texto do prólogo
 
HOMEOPATIA CRÍTICA
Jordi Borja         
 
“Menos é mais”, disse Ludwig Mies van der Rohe. O livro de Josep Maria Montaner e Zaida Muxí consegue dizer muito em cada um de seus breves capítulos. Tudo o que você queria saber, mas que talvez não tenha se atrevido a perguntar acerca da história do urbanismo, da arquitetura da cidade, da sociedade de consumo, da especulação imobiliária, do problema da moradia, das tradições críticas à urbanização capitalista, das experiências alternativas, da circulação e do direito à mobilidade, do meio ambiente urbano, da responsabilidade social dos profissionais (e especialmente dos arquitetos), da relação entre urbanismo e poder, da globalização e de seus efeitos no local, das fronteiras e dos muros urbanos, das catástrofes passadas e vindouras, da sociedade do esbanjamento, dos arquitetos famosos, das experiências bem-sucedidas em diversas cidades, do turismo urbano, da memória cidadã, dos pobres e dos sem-teto, do feminismo urbano, da cultura institucionalizada, da participação cidadã, do direito à cidade e de alguns temas mais. Tudo isto você encontrará explicado aqui de forma bem resumida e com citações que remetem a livros interessantes e que são exemplos esclarecedores.
Por um preço módico e um tempo relativamente breve dedicado à sua leitura, você poderá se informar sobre os temas citados e encontrará múltiplas referências, clareza expositiva e certa amenidade, além de encontrar críticas contundentes e sugestões interessantes. Este livro lhe proporcionará guias ou pistas para entender melhor o mundo atual, fundamentalmente urbanizado. Porém, preste atenção: este livro é perigoso. Se você realmente se interessa pelos múltiplos temas que ele expõe, sentirá a necessidade de ir além, de obter mais informações, de ler algumas das obras citadas, de pesquisar sobre nomes que se mencionam. Trata-se de um livro que suscita múltiplas curiosidades. Se você o ler animado por sua aparente facilidade, não resistirá à vontade de fazer uma imersão em muitos outros textos e documentos.
Este é um livro homeopático, por sua brevidade em relação às múltiplas temáticas e por permitir uma leitura em pequenas doses (a leitura de um capítulo antes de jantar lhe poupará de meia hora de televisão), por sua eficiência produtiva, se levamos em conta o pequeno esforço que exige, bem como a informação e a reflexão que propicia. E, como a homeopatia médica, no pior dos casos, não causa dano, ninguém terá perdido tempo com sua leitura. Além disso, trata-se de um livro (e isto é o mais interessante) que traz consigo uma forte carga crítica derivada da exigência ética dos autores, de sua análise dos efeitos perversos do capitalismo especulativo atual e de sua concepção da responsabilidade dos profissionais.
O livro parte da consideração de que, mais do que técnica, o urbanismo é política; a arquitetura urbana – que é o tema do livro – é especialmente política. Diante de cada problema urbano, cada conflito de opiniões ou de interesses, cada desafio gerado pelas mudanças no entorno, não há “uma única solução”, mas várias e muito diversas (“solução” não é a palavra mais apropriada; “resposta” é melhor). Dependerá daquilo que se quer conseguir, das demandas ou necessidades que se priorizam, dos custos previstos, dos benefícios que se consideram mais legítimos. O urbanismo é uma dimensão importante da política. A cultura e a técnica acompanharão o diagnóstico e possibilitarão a elaboração dos programas e projetos. Mas a definição de objetivos e estratégias e a opção entre várias propostas possíveis fazem parte da política. E como dizia um humorista espanhol, agora “falaremos do governo” – contra os poderes políticos e econômicos que nos levaram a um “caos sistêmico”.
 
O URBANISMO COMO POLÍTICA
Certa vez, um jornalista perguntou-me se existia um urbanismo de esquerda e outro de direita. Respondi a ele que o urbanismo era de esquerda e a especulação, de direita. Se queremos que as pessoas nos entendam acerca de questões importantes, nossas respostas devem ser contundentes, simplificadoras, provocadoras, isto é, o contrário da linguagem acadêmica, erudita, própria do jargão profissional ou da retórica dos políticos. O urbanismo nasceu e se desenvolveu como disciplina prática de intervenção sobre o território para “ordená-lo”, com o fim de organizar o funcionamento da cidade e o acesso aos bens e serviços coletivos de seus habitantes e usuários. Porém, desde seu início, também exprimiu uma vocação de transformação social, de melhorar a qualidade de vida das populações mais necessitadas, de reduzir desigualdades.
Essa vocação política foi desaparecendo em grande parte do urbanismo atual; além disso, o pensamento desse urbanismo, poderíamos dizer, “naturalizou” como evidências objetivas ou como mecanismos intocáveis os efeitos perversos do capitalismo especulativo dominante. É preciso combater as palavras, os pseudoconceitos que obscurecem a realidade e justificam os desmandos urbanísticos. Faz sentido falar de cidades “competitivas” quando grande parte da produção de bens e serviços se destina ao mercado local sendo que somente algumas atividades devem ter esta finalidade? Ou exaltar a “participação” quando, na maioria dos casos, é utilizada por parte dos poderes públicos para gerar consenso passivo e para deslegitimar o conflito social? Não é confuso propor sustentabilidade sem denunciar os efeitos não sustentáveis de muitas obras públicas, do desenvolvimento periférico extensivo, da arquitetura ostentosa e custosa, da economia e da cultura do automóvel particular, das legislações urbanísticas e financeiras permissivas etc.? São críveis os programas políticos que propugnam o direito à moradia, à mobilidade ou ao acesso às áreas centrais e que, no entanto, não propõem medidas para deter a especulação do solo e a exclusão dos setores populares das áreas centrais renovadas e a regulação do transporte público para que seja acessível – devido à extensão da rede e do preço da passagem – a toda a população? Os discursos incompreensíveis sobre “governabilidade ou governança” têm alguma utilidade que não seja a de contribuir para tirar a responsabilidade dos governos e legitimar a inflação institucional? É admissível a dupla linguagem de tantos arquitetos e urbanistas que, nas universidades e na imprensa, nos bombardeiam com discursos humanistas, ao passo que em suas obras ou nas revistas profissionais quase sempre exaltam a arquitetura como um objeto singular e gratuito?
Na atualidade, o mundo desenvolvido europeu e norte-americano vive uma crise econômica em parte resultante da aliança ímpia entre o capitalismo financeiro e os governos cúmplices e, por outro lado, causada pelos “blocos cemitérios” e pelos governos locais colaboracionistas. É curioso que, nos foros políticos e acadêmicos que debatem as problemáticas urbanas, quase não seja citada, de forma concreta e denunciadora, a relação entre a crise econômica, o endividamento público e privado, o protagonismo do capital especulativo nas pautas de urbanização e o boom imobiliário, como, por exemplo, no Foro Urbano Mundial (Rio de Janeiro, março de 2010) e na Cumbre Mundial de Líderes Locales y Regionales (Cidade do México, novembro de 2010). É uma omissão culpável por parte dos atores políticos? Sim, é óbvio, e eles também são cúmplices, por temor às mudanças, por submissão aos poderes econômicos e midiáticos, por ignorância e por falta de audácia e imaginação, mas também por corrupção – não tantas vezes como parece, mas o suficiente para que se possa falar de uma gangrena que destrói a credibilidade da política em muitos países.
No entanto, seria injusto não denunciar o conluio culpável dos meios acadêmicos, intelectuais e profissionais, em alguns casos por meio da colaboração ativa nos processos perversos da urbanização atual em outros, mediante discursos e obras legitimadoras, tanto procedentes dos narradores sociais como dos arquitetos. Nos meios universitários, muitas vezes, o auge alcançado por um neopositivismo pseudocientificista foi a imposição de um tipo de trabalho (artigos em revistas indexadas, formato das teses doutorais) que oscila entre o conhecimento reprodutivo, os estudos artificiosos e a justificação da realidade aparente como a única possível. Legitimou-se como saber acadêmico o “não comprometido”, aquele que elimina o pensamento crítico e que rejeita a intervenção transformadora da realidade social.
Não obstante, é preciso saudar o fato de que se produziu, especialmente na América Latina, uma reação intelectual, social e política perante a “traição da intelectualidade urbana” ou de grande parte dela. Os precedentes foram os movimentos populares urbanos das últimas décadas, que encontraram em seu caminho grupos de profissionais e de acadêmicos que combinaram
o estudo daqueles com a participação militante. Assim se desenvolveram o movimento urbano de reforma, iniciado no Brasil e que já se encontra estendido por todo o continente, os centros de estudos (acadêmicos e independentes) e as ONGs, que foram elaborando um pensamento crítico e alternativo vinculado às mobilizações sociais e políticas, e publicações como o Café de las ciudades, de Buenos Aires, que se converteu em uma referência internacional, e muitas outras (Polis e Ciudades, no México, Foro, na Colômbia, Proposiciones/Sur, no Chile etc.). Mais recentemente, a emergência do “direito à cidade” como conceito integrador de um projeto democrático de cidade, promovido pela Habitat International Coalition, já produziu interessantes documentos resultantes do trabalho de numerosos grupos, como a Carta por el Derecho a la Ciudad, da Cidade do México, e a obra Ciudades para todos.
 
A RESPONSABILIDADE DOS INTELECTUAIS
O fio visível que une os ensaios do livro de Montaner e Muxí é a relação existente entre a arquitetura e o urbanismo com a política; e o que serve de chave interpretativa dos textos é a responsabilidade dos intelectuais. Isso é uma questão especialmente importante quando se vive um momento histórico de mudança e uma forma de entender a responsabilidade intelectual que não se inclui na cômoda e a distinção bem-sucedida de Max Weber entre a ética das convicções e a das responsabilidades. Agora não se trata só de “mudar o mundo”, mas de que o mundo muda, gostemos ou não, e que é preciso entender as dinâmicas dessa mudança, diferenciar aquilo que é progresso da humanidade ou então maior desigualdade, sustentabilidade e miséria social e moral. Françoise Giroud, uma intelectual liberal-democrata (codiretora de L’Express, em seu período glorioso, e mais tarde ministra do governo de Giscard d’Estaing), escreveu ao final de suas memórias: “Sempre fui bastante cética quanto à capacidade de progresso moral da sociedade, mas sempre acreditei no progresso social […]. Agora duvido disso também”.
A responsabilidade dos intelectuais parte de uma opção moral: combater a injustiça, os privilégios, as exclusões e a degradação do mundo. O famoso economista marxista norte-americano Paul A. Baran escreveu, na década de 1960, sobre aquilo que entendia por responsabilidade intelectual: “Como economista, eu poderia demonstrar o efeito positivo que a escolarização universal das crianças e a possibilidade de que todos pudessem optar por estudos superiores teriam no crescimento e no bem-estar de um país. Mas rejeito essa explicação. O acesso de todos à educação é um direito humano básico, não precisa de argumentos econômicos”. Podemos dizer o mesmo sobre os direitos que configuram o “direito à cidade” como direito integrador da moradia, da mobilidade, do espaço público, da centralidade, do salário cidadão, da formação continuada, da igualdade político-jurídica de todos os residentes, do governo da cidade real ou do governo metropolitano, da participação cidadão etc.
A responsabilidade dos intelectuais não se reduz a uma tomada de posição moral, mas exige pelo menos três tipos de exercício de tal responsabilidade: em primeiro lugar, não apenas contribuir para as dinâmicas urbanas perversas por meio de estudos, publicações e projetos, mas também desenvolver uma atividade crítica permanente; segundo, utilizar seus conhecimentos para entender e explicar os mecanismos e as contradições que geram essas dinâmicas e participar das reações sociais de quem se opõe a elas; e, por último, contribuir com a elaboração de propostas reformadoras dos mecanismos perversos e, assim, gerar culturas alternativas. Trata-se de recuperar a ética política dos enciclopedistas do século XVIII, dos democratas e socialistas do século XIX e dos revolucionários do século XX para formular um pensamento progressista do século XXI.
Esta obra de Montaner e Muxí situa-se na contracorrente das ideologias dominantes da política institucional, das universidades e dos meios profissionais midiáticos, ao mesmo tempo que representa uma contribuição intelectual rigorosa ao patrimônio cultural popular, isto é, à grande maioria deste mundo globalizado. É um livro elegantemente subversivo, e, como disse o católico Georges Bernanos: “São precisos muitos subversivos para se construir um povo”.

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

O que a imprensa disse
O que a imprensa disse

Arquitetura e politica

(Romullo Baratto, ArchDaily Brasil.08 2014)

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«O livro (...) aborda uma das questões-chave da arquitetura contemporânea: a responsabilidade dos arquitetos para com a sociedade. Em seus cinco capítulos - Histórias, Mundos, Metrópoles, Vulnerabilidades e Alternativas - a obra segue um percurso histórico, que abrange desde o papel social dos arquitetos e urbanistas até a atual era da globalização. Por meio de temas como vida comunitária, participação, igualdade de gênero e sustentabilidade, o livro trata tanto das vulnerabilidades contemporâneas como das alternativas já experimentadas. Daí seu subtítulo Ensaios para mundos alternativos.» (Romullo Baratto, ArchDaily Brasil.08 2014)

Arquitetura e politica

(Redação, vitruvius, 08 2014)

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«O livro Arquitetura e política enfrenta uma questão-chave da arquitetura contemporânea: sua responsabilidade em relação à sociedade.»(Redação, vitruvius, 08 2014)

Arquitetura e politica

(Redação, Arqbacana, 05 2014)

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Arquitetura e politica

« Os autores (...)abordam temas como vida comunitária, direito à mobilidade, igualdade de gênero e sustentabilidade para retratar as condições de risco existentes no mundo contemporâneo e as alternativas pensadas.Caracterizado por uma linguagem clara e objetiva, o livro traz uma forte carga crítica para combater a ideia de que a arquitetura é neutra e defender sua estreita relação com a vida humana e a política.» ( Redação, Arqbacana, 05 2014)

Arquitetura e política

(Redação, Vitruvius, 12/2014)

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«Arquitetura e política aborda uma das questões-chave da arquitetura contemporânea: a responsabilidade dos arquitetos para com a sociedade. Nestes cinco capítulos - Histórias, Mundos, Metrópoles, Vulnerabilidades e Alternativas- a obra segue um percurso histórico, que abrange desde o papel social dos arquitetos e urbanistas até a atual era da globalização.» (Redação, Vitruvius, 12/2014)

Arquitetura e política

(Victor Delaqua, ArchDaily, 01/16)

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«O livro "Arquitetura e política" enfrenta uma questão-chave da arquitetura contemporânea: sua responsabilidade em relação à sociedade. A partir de uma compilação de textos agrupados em cinco capítulos – História, Mundos, Metrópoles, Vulnerabilidades e Alternativas – Josep Maria Montaner e Zaida Muxí fazem um passeio histórico que narra o papel social dos arquitetos e dos urbanistas até a atual era da globalização. A partir de temas como a vida em comunidade, a participação, a igualdade de gênero e a sustentabilidade, Arquitetura e política estabelece tanto as vulnerabilidades contemporâneas quanto aquelas alternativas já experimentadas – daí seu subtítulo, Ensaios para mundos alternativos.» (Victor Delaqua, ArchDaily, 01/16)

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Aline Anhesim
Os ensaios abordam discussões atuais e que são fundamentais para o debate acerca dos caminhos da arquitetura.
Excelente livro para debates, foi usado em sala de aula, para discussões.